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lunes, 24 de abril de 2017

Súbeme la radio


De Enrique Iglesias poco que decir ya después de las anteriores entradas, quizá lo único que pueda añadir es que es la mima canción del pasado año, y del anterior, y del anterior... con la letra cambiada.

Descemer Bueno es un cantante, compositor y productor cubano. También participa el dúo puertorriqueño Zion y Lenox


El vídeo está rodado en las coloristas calles de La Habana, en un rodaje que colapsó durante 3 días la ciudad.

Súbeme la radio que ésta es mi canción
Siente el bajo que va subiendo
Tráeme el alcohol que quita el dolor
Hoy vamos a juntar la luna y el sol

Súbeme la radio que ésta es mi canción
Siente el bajo que va subiendo
Tráeme el alcohol que quita el dolor
Hoy vamos a juntar la luna y el sol

Ya no me importa nada
Ni el día ni la hora
Si lo he perdido todo
Me has dejado en las sombras

Te juro que te pienso
Hago el mejor intento
El tiempo pasa lento
Y yo me voy muriendo (Y yo me voy muriendo)

Si llega la noche y tú no contestas
Te juro me quedo esperando a tu puerta
Vivo pasando las noches en vela
Y sigo cantando bajo la luna llena

Súbeme la radio que ésta es mi canción
Siente el bajo que va subiendo
Tráeme el alcohol que quita el dolor
Hoy vamos a juntar la luna y el sol



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Ir hacia la luz

Ir hacia la luz


Hola, queridos amigos y seguidores. Muchas gracias por visitar y leer mi blog. La entrada de hoy es acerca de encontrar la luz en su vida. Espero que disfrutes leyendo

A medida que las sombras de la noche a superar y comienzo a la deriva en el olvido, lavados oscuridad sobre mi conciencia como un oleaje del océano cálido, a veces me lleva a lugares ya no he desea ir. Estoy en el embrague de las circunstancias que me han hecho

domingo, 23 de abril de 2017

O CINEMASCOPE ESTREIA COM 'THE ROBE'



O CINEMASCOPE ESTREIA COM 'THE ROBE'


O cineasta Howard Hawks ironizou o Cinemascope: seria funcional para filmar serpentes, comboios e grandes massas humanas; de resto, uma inútil dispersão dos elementos cênicos. Os processos de exibição em tela larga, atualmente conhecidos como widescreen, generalizaram-se a partir de 1953 com o Cinemascope da 20th Century-Fox. Durou até 1967, substituído pelo mais eficaz Panavision. Foi uma das tentativas hollywoodianas — como a Terceira Dimensão, o Vistavision e o Cinerama — para conter a perda de público para a televisão. As superproduções evocando temáticas bíblicas e o Império Romano fazem parte dessa vaga. O insatisfatório O manto sagrado (The robe, 1953), de Henry Koster, integra esse conjunto e, ademais, lança o Cinemascope. 







O manto sagrado
The robe 

Direção:
Henry Koster
Produção:
Frank Ross
20th Century-Fox
EUA - 1953
Elenco:
Richard Burton, Victor Mature, Jean Simmons, Michael Rennie, Ernest Thesiger, Jay Robinson, Dean Jagger, Torin Thatcher, Richard Boone, Betta Saint John, Jeff Morrow, Dawn Adams, Leon Askin, , Frank Pulaski, David Leonard e os não creditados Michael Ansara, Jay Novello, Nicholas Koster, Cameron Mitchell, Sally Corner, Van Des Autels, Percy Helton, Mae Marsh, George Melford, Helen Beverly, Jan Arvan, Ben Astar, Kit Carson, Albert Cavens, Fred Cavens, Jean Corbett, Noreen Corcoran, Sally Corner, Leo Curley, Frank DeKova, Irene Demetrion, Van Des Autels, John Doucette, Anthony Eustrel, Dan Ferniel, Bess Flowers, Sam Gilman, Roy Gordon, Michael Granger, Percy Helton, Thomas Browne Henry, Rosalind Ivan, Richard Kean, George Keymas, Donald C. Klune, Nicolas Koster, Virginia Lee, Virginia Ann Lee, David Leonard, Alfred Linder, Emmett Lynn, Christey Marlo, Eleanor Moore, Edward Mundy,Arthur Page, Francis Pierlot, Alex Pope, Guy Prescott, Ford Rainey, Peter Reynolds, Pamela Robinson, George Robotham, Hayden Rorke, Gloria Saunders, Norbert Schiller, Harry Shearer, Marc Snegoff, Marc Snow, Murray Steckler, George E. Stone, Arthur Tovey, Otto Waldis, Gene Wesson.



Cristo vestia um manto quando foi obrigado a tomar o rumo do Calvário? Historiadores da ocupação romana na Palestina afirmam que os condenados à cruz seguiam despidos ao local da execução. Mesmo assim, Lloyd C. Douglas ofereceu resposta particularizada em O manto sagrado, portentoso volume de especulação histórica, epopeia de fé, amor, abnegação e carolice costurado pelo manto que Cristo teria supostamente trajado antes do suplício final. 


Hollywood, durante a década de cinquenta, sente profundamente o esvaziamento dos cinemas em decorrência da televisão. Adota várias táticas para conter a debandada do público, dentre as quais a realização de superproduções apoiadas em temas bíblicos, aspectos da história do Império Romano e sagas heroicas passadas na Europa medieval. A adaptação do livro de Douglas pertence a essa vaga.


Ao longo dos anos 50 e 60, as túnicas dos profetas, os saiotes dos centuriões e as armaduras dos guerreiros e cavaleiros marcaram presença em Quo vadis (Quo vadis, 1951), de Mervin LeRoy; Ben-Hur (Ben-Hur, 1959), de William Wyler; Os Dez Mandamentos (The Ten Commandments, 1955), de Cecil B. DeMille; El Cid (El Cid, 1961), de Anthony Mann; O Rei dos reis (King of kings, 1961), de Nicholas Ray; A maior história de todos os tempos (The greatest story ever told, 1965), de George Stevens; Salomão e a rainha de Sabá (Solomon and Sheba, 1959), de King Vidor; Cleópatra (Cleopatra, 1963), de Joseph L. Mankiewicz; A queda do Império Romano (The fall of the Roman Empire, 1963), de Anthony Mann; Spartacus (Spartacus, 1960), de Stanley Kubrick etc.


Diretores de prestígio arriscavam a reputação conduzindo espetáculos marcados pelo exagero e por cenografias de gosto duvidoso, próximas do ridículo em muitos casos. A tática funcionou em parte. Alguns desses filmes tornaram-se sucessos de bilheteria. Mas o público pagava apenas para vê-los, sem isso significar retorno incondicional às salas para prestigiar produções de outro jaez.


No fundo, a situação de Hollywood pioraria. Recursos vultosos eram desviados para as superproduções, obrigando os estúdios a pisar no freio de sua linha de montagem. Os capitais imobilizados em reconstituições de épocas, pesquisa histórica, construções de cenários colossais, figurinos, salários, campanhas publicitárias maciças e alimentação geravam a diminuição de produtos ofertados. Instalava-se uma situação de insegurança, pois o fracasso de uma grandiosidade poderia implicar na bancarrota da companhia produtora e abalar todo o sistema. Se Ben-Hur foi decisivo para livrar a Metro-Goldwyn-Mayer da falência, Cleópatra quase provocou a ruína da 20th Century-Fox — que antes lucrara o alto (para a época) montante de 19 milhões de dólares com O manto sagrado, somente nos Estados Unidos e por ocasião do lançamento. 


O manto sagrado introduz duas novidades: o Cinemascope e o som estereofônico. Sua trama se desenrola em Roma e na Palestina. Reconstitui a saga do manto acompanhando a trajetória do tribuno Marcellus Gallio (Burton), de sua amada Diana (Simmons) e do escravo grego Demétrius (Mature) —, personagens que convivem em meio às intrigas palacianas da corte dos césares Tiberius (Thesiger) e Calígula (Robinson), das ebulições decorrentes da crucificação de Cristo e das primeiras pregações do apóstolo Pedro (Rennie). 


Devido aos caprichos do afetado Calígula, Marcellus, apesar de sua ascendência patrícia, é obrigado a servir Roma entre as forças de ocupação na Palestina, o lugar mais conflagrado do Império. Logo que chega, acompanhado de Demétrius, recebe a infame incumbência de executar na cruz um pregador acusado de blasfêmia e perturbação da ordem pública. Marcellus se embriaga para suportar os horrores da missão. Cumprido o dever, ganha num jogo disputado aos pés do lenho as vestes do condenado. Estas são confiadas a Demétrius, que assiste horrorizado ao espetáculo. A seguir, escravo e senhor se afastam depois de um desentendimento. Marcellus, atordoado, mergulha na catatonia e em pesadelos constantes. Ao ser questionado pelo seu estado, responde com a pergunta: "Você também esteve lá?" (no Calvário). 


Psicologicamente debilitado e amedrontado, o tribuno retorna a Roma. Procura aconselhamento médico, sem solução. Nem mesmo o reencontro com Diana lhe levanta o moral. Todos encontram apenas uma explicação para o fenômeno: ele foi enfeitiçado pelo manto. Nomeado agente especial por Tibério, é exortado a voltar à Palestina para localizar e destruir a causa dos malefícios. 


O resto da história deriva do reencontro do tribuno com seu escravo, agora vivendo entre os primitivos cristãos. Demétrius põe a peça que Cristo trajava nas mãos de Marcellus e, imediatamente, milagrosamente, cessam os tremores e temores. É o começo da conversão, seguido do retorno a Roma, com Demétrius e Pedro. Diana também não demorará a partilhar da nova fé. Logo advirá o conflito maior com o Estado pagão, representado por Calígula. Demétrius, preso e torturado, consegue escapar, a tempo de assistir ao julgamento de Marcellus e Diana, condenados à morte por flechas. A caminho da execução, Diana confia o manto ao ex-escravo, para ser enviado ao "grande pescador" (Pedro).


No geral, preservando as exceções de sempre, O manto sagrado padece do mesmo mal que acometeu produções semelhantes: ausência de dinâmica narrativa. O aparato da superprodução contamina tudo e todos. A fluência da história é sacrificada pela grandiloquência, afetação e pomposidade. Tanto peso ofusca a naturalidade esperada para gestos e atuações, falseando falas e tornando ridículos alguns desempenhos — como acontece no instante em que o "efeito maléfico" do manto cessa sobre Marcellus. A direção de Koster praticamente inexiste. Falta-lhe a mão de um Cecil B. DeMille para conferir um mínimo de personalidade, fluidez e dignidade a um espetáculo recheado de licenciosidades. O manto sagrado também se ressente dos efeitos danosos da pouca familiaridade com o Cinemascope. A produção temia que closes e planos aproximados sofressem deformação na tela. Por isso, tudo foi filmado à relativa distância, afastando mais ainda o filme do espectador, tornando mais fria e despersonalizada a saga contada. 


Apesar de seus problemas, O manto sagrado foi indicado ao Oscar de Melhor Filme, repetindo a história de equívocos cometidos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Porém, triunfou o bom senso: a estatueta dourada da categoria foi para A um passo da eternidade (From here to eternity, 1953), de Fred Zinnemann. Mas nem tudo é perfeito. Alguns críticos americanos destrambelhados incluíram o filme de Koster entre os melhores de todos os tempos, algo difícil de entender. Richard Burton também foi preterido na condição de Melhor Ator. Não merecia mesmo. Cedeu a vez (que nunca teve) a William Holden pela atuação em Inferno 17 (Stalag 17), de Billy Wilder. Como consolo, O manto sagrado se saiu vitorioso nas categorias de Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte em Cores. Recebeu ainda, do setor de Prêmios Técnicos ou Científicos ‑ Classe I, estatuetas conferidas a Henri Chretien, Earl Sponable, Sol Harprin, Lorin Grignon, Herbert Bragg e Carl Faulkner pela criação, aperfeiçoamento e elaboração de equipamentos, processos e técnicas do Cinemascope.


Em 1954, Delmer Daves, responsável por alguns dos melhores westerns dos anos 50, dirigiu Demétrius, o gladiador (Demetrius and the gladiators), continuação menos carola de O manto sagrado, relativamente superior em termos narrativos e cinematográficos. 


Roteiro: Albert Maltz e Philip Dunne, baseados no livro homônimo de Lloyd C. Douglas. Adaptação: Gina Kaus. Direção de fotografia (Cinemascope, Technicolor): Leon Shamroy. Desenho de produção e direção de arte: George W. Davis, Lyle R. Wheeler. Decoração: Walter M. Scott, Paul S. Fox. Música: Alfred Newman. Figurinos: Emile Santiago (não creditado). Montagem: Barbara McLean. Som: Bernard Freericks, Roger Heman. Maquiagem: Ben Nye. Efeitos fotográficos especiais: Ray Kellogg. Assistente de direção: Tom Connors Jr. Gerente de unidade de produção: Joseph C. Behm (não creditado). Segundo assistente de direção: Donald C. Klune (não creditado). Pintura: Gordon Butcher (não creditado), Bill Harris (não creditado), Bill Jekel (não creditado), Ken McClelland (não creditado), Duncan Spencer (não creditado), Tony Reveles (não creditado), Clayton Thomason (não creditado), Fred Tuch (não creditado), William Tury (não creditado), Delmer Yoakum (não creditado). Fotografia fixa: Eugene Kornman (não creditado), John Flórea (não creditado), James Mitchell (não creditado). Edição de som: Clyde Carruth (não creditado), Walter Rossi (não creditado). Efeitos especiais: James B. Gordon (não creditado). Pintura matte: Matthew Yuricich (não creditado). Dubles: Fred Carson (não creditado), Albert Cavens (não creditado), Fred Cavens (não creditado), Tom Hennesy (não creditado), Nosher Powell (não creditado), George Robotham (não creditado), Danny Sands (não creditado), Bill White Jr (não creditado). Assistentes de câmera: Lee Crawford (não creditado), Harvey L. Slocomb (não creditado). Chefe do departamento de câmera: Sol Halperin (não creditado). Operador de câmera: Irving Rosenberg (não creditado). Eletricista-chefe: Clyde Taylor (não creditado). Direção de guarda-roupa: Charles Le Maire. Supervisão de guarda-roupa no set: Adele Balkan (não creditado). Guarda-roupa: Sam Benson (não creditado), Ed Wynigear (não creditado). Confecção de figurinos: Dorothea Hulse (não creditado). Assistente de confecção de figurinos: Dorothy Lou Macready (não creditado). Gerente de guarda-roupa masculino: Clinton Sandeen (não creditado). Armaduras: Jimmy Spies (não creditado). Assistente de montagem: Lyman Hallowell (não creditado). Orquestração musical: Edward B. Powell. Direção de coral: Ken Darby (não creditado). Canto: Carol Richards (não creditado). Chefe de transportes: James E. Ruman (não creditado). Consultor de Technicolor: Leonard Doss. Instrutores de esgrima: Albert Cavens (não creditado), Fred Cavens (não creditado). Gerente de publicidade: James Denton (não creditado). Publicidade: Stan Margulies (não creditado), Sonia Wolfson (não creditado). Assistente de pesquisa para Cinemascope: Jack Muth (não creditado). Coreografia: Stephen Papich (não creditado). Consultoria técnica: Jack Pennick (não creditado). Direção de pesquisa para Cinemascope: Earl I. Sponable (não creditado). Créditos de abertura: Allen Wise (não creditado). Tempo de exibição: 135 minutos. 


(José Eugenio Guimarães, 1975)


MEU BLOG: "Eugenio em Filmes"http://cineugenio.blogspot.com
 

Respect


Seguimos completando el año 1967 con las canciones que no lograron los primeros puestos en las listas de España pero si lo hicieron en USA.

Aretha Franklin es una cantante de soul, R&B y gospel. Nació el 25 de marzo de 1942 en Memphis (Tennessee). Es hija del predicador Clarence LeVaughn Franklin y la cantante de gospel Barbara Franklin. Su madre abandonó a su familia cuando Aretha era una niña, y poco tiempo después, murió.

Su padre vio pronto el talento de Aretha, por lo que quiso que tomara clases de piano, pero ella lo rechazó y prefirió aprender por sí sola con la ayuda de grabaciones.


Apodada como "Lady Soul" o "Queen of soul" (La Dama del Soul o La Reina del Soul), es para algunos una de las artistas más influyentes en la música contemporánea. A mediados de los años 60 se consolidó como estrella femenina del soul, algo que usó en favor de los derechos raciales en Estados Unidos, siendo un elemento influyente dentro del movimiento racial y de la liberación femenina.

Ha influido a decenas de artistas, como Tina Turner, Janis Joplin, Whitney Houston, Mariah Carey, Joss Stone, Anastacia, Natalie Cole, Christina Aguilera, Alicia Keys, Aaron Neville, Annie Lennox, etc.

Lo que tú quieres, baby, yo lo tengo
lo que tú necesitas tú sabes que lo tengo
todo lo que pido es un poco de respeto
(sólo un poquito) cuando llegas a casa
(sólo un poquito) hey, baby (sólo un poquito)
cuando llegas a casa (sólo un poquito) señor.
no te pondré los cuernos mientras no estás
no te pondré los cuernos porque no quiero
todo lo que pido es un poco de respeto cuando llegas a casa
(sólo un poquito) baby (sólo un poquito)
cuando llegas a casa (sólo un poquito) yeah.
yo te doy todo mi dinero
y todo lo que pido a cambio, cariño
es que me des mis beneficios cuando vuelves a casa
(sólo sólo sólo) yeah, baby, cuando vuelves a casa.

Vaya modelito que se ha mercao la Aretha para el vídeo.



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LLUVIA



          LLUVIA

Eran gotas siempre alegres para los campos, para limpiar el ambiente, las ciudades, la energía de la vida que el cielo vierte. Desde que la codicia del hombre no respeta el medio ambiente, son gotas de muerte.
 El agua arrasa destruye todo lo que encuentra, sin importarle quien es quien, de que raza o ideología…de eso el agua no entiende.

 Otros elementos destructivos nos acechan, ejércitos naturales que defienden al planeta del duro ataque. Sabiduría que la naturaleza siempre ha demostrado, luchará si es preciso hasta que no quede ni un palmo, de lo construido por quien ha dejado de ser su aliado.


Ser agradecido por

Ser agradecido por


Hola, amig@s y seguidores. Muchas gracias por visitar y leer mi blog. El tema de hoy es sobre estar agradecido por lo que tienes. Espero que les guste leer.

Siempre esté agradecido por lo que le ha sido dado por el Gran Espíritu. Como veo que en mi vida, eso es todo porque no soy nada sin el poder vivificante de mi Creador y Su amoroso cuidado de verme a través de cada día.

sábado, 22 de abril de 2017

20 de abril


No podía dejar pasar este día sin acordarme de esta famosa canción (quizá la que más) de Celtas Cortos. Uno de los temas míticos del pop español de los noventa y un imprescindible en las fiestas, "20 de abril del 90".


"Yo estaba destinado como trabajador social en un instituto de El Tiemblo (Ávila). En ese año que pase allí extraditado me beneficié de ciertos entornos melancólicos y de ahí salió la canción", recuerda el músico.

La canción está escrita a modo de carta dirigida por el autor a una vieja amiga, rememorando con nostalgia los buenos momentos vividos en el pasado con su común grupo de amigos de juventud. Habla también de un fin de semana del pasado que transcurrió en la Cabaña del Turmo, un albergue existente en la localidad de Benasque (Huesca). No es sino una melancólica carta a una vieja amiga, "relata una situación ficticia que posteriormente se ha convertido como quien dice en realidad, una pesadilla".






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